A Ludopedagogia como recurso motivador no processo de aquisição da leitura e da escrita na Educação Infantil

RESUMO

O objetivo da pesquisa foi analisar a Ludopedagogia como recurso metodológico motivador, utilizado pelo professor como ferramenta no processo de aquisição da leitura e escrita na Educação Infantil. A pesquisa partiu do pressuposto que a prática lúdica vai além do simples brincar, sendo esse um dos direitos da criança que promove o prazer, ensina regras, desenvolve linguagens e habilidades. O interesse em investigar a Ludopedagogia como recurso metodológico de aprendizagem partiu de inquietações quanto às divergências de compreensão referente ao processo de aquisição da leitura e escrita na Educação Infantil, utilizando-a como estratégia na organização do trabalho pedagógico. O percurso metodológico está centrado na abordagem qualitativa, do tipo bibliográfico e de campo através de entrevista com professores de uma escola pública de ensino regular. A análise dos dados aponta que a proposta pedagógica fundamentada no lúdico enquanto elemento motivador e facilitador do processo de aprendizagem permitem aos estudantes desenvolver e construir estruturas de conhecimento importantes para a aprendizagem. As múltiplas linguagens proporcionam ao professor direcionamentos para o trabalho pedagógico. A maioria do publico pesquisado percebe e compreende a leitura e a escrita como um processo de desenvolvimento da criança, que o uso dos recursos ludopedagógicos são fundamentais no estímulo das crianças, bem como o conhecimento das etapas evolutivas e de desenvolvimento das crianças, que seriam instrumentos para conhecê-las em seus aspectos cognitivo, afetivo e psicomotor. Observou-se também, que a Ludopedagogia facilita a mediação dos docentes, aproximando as crianças de algo que existe naturalmente em seu desenvolvimento, a brincadeira.

Palavras-Chave: Ludopedagogia. Leitura e escrita. Educação Infantil.

INTRODUÇÃO

A própria inclusão da Educação Infantil na Educação Básica elevou o nível de formação de seus educadores. Os professores são desafiados a construir propostas pedagógicas que, no cotidiano de creches e pré-escolas, deem voz às crianças e acolham a forma delas significarem o mundo e a si mesmas. E quando se estabelece uma relação entre a infância e a aprendizagem, o educador ao retomar as concepções de infância fortalece suas práticas pedagógicas, e (deve) apropria-se do recurso que chama-se Ludopedagogia, que reune como elementos principais o logos e brincadeiras que corroboram significantemente com o processo de aprendizagem. Inclusive Kishimoto (1994) enuncia que o jogo se diferencia do brinquedo, por que esse último pressupõe maior afinidade com a criança e númeras possibilidades de uso, isto é, independem de regras e são isentos para adequar-se a qualquer organização proposta individual ou coletivamente.

Nesse contexto, as dificuldades dos professores da Educação Infantil em formular uma explicação que justificasse teórica e metodologicamente suas práticas pedagógicas em torno da alfabetização, ou ainda o fato de se oporem as práticas de alfabetização e letramento na Educação Infantil, instigavam-nos a buscar respostas para tal posicionamento. Tais inquietações baseavam-se principalmente no fato de que, apesar de historicamente a formalização da alfabetização ocorrer nas séries inicias do Ensino Fundamental, nas últimas três décadas surgiram debates/produções sobre a temática de se alfabetizar ou não na Educação Infantil, que levaram a uma redefinição do conceito de alfabetização.

Estudos orientam que as lacunas existentes na Educação Infantil podem estar relacionadas com a oposição entre o brincar livre e o brincar dirigido. A criança aprende através de interações com outras crianças e da mediação de adultos, construindo novas formas de brincar, novas regras e novos conceitos. Depois que aprende, pode reproduzir ou recriar novas brincadeiras, garantindo assim a circulação e preservação da cultura lúdica.

Mencionou Paulo Freire (2001) a esse respeito que aprender a ler e a escrever é aprender a ler o mundo, portanto, é incluir seu contexto e realidade para tornar-se apto e competente para fazer uso da leitura e escrita como forma de tomar consciência da realidade e de transformá-la. Sabe-se da complexidade da leitura no processo de alfabetização, a partir da compreensão de que a leitura e escrita são fontes necessárias e imprescindíveis para a construção do saber, sendo também fundamentais para a compreensão do mundo por parte dos leitores.

No cenário educacional brasileiro, a alfabetização é um assunto que vem sendo discutido constantemente frente aos desafios no processo de alfabetizar. As dificuldades e as possibilidades que giram em torno da apropriação da leitura e da escrita são temas recorrentes nas investigações. A busca pela superação histórica do analfabetismo é a questão debatida. Dessa forma, espera-se atender às expectativas da leitura e da escrita, tendo em vista a alfabetização como um processo de construção gradativa.

Portanto o problema da pesquisa em questão seria: A Ludopedagogia pode constituir-se enquanto recurso metodológico motivador utilizado pelo professor no peocesso de aquisição da leitura e da escrita na Educação Infantil? Desta forma, desenvolveu-se este estudo com o objetivo principal de analisar a Ludopedagogia como recurso metodológico motivador, utilizado pelo professor como ferramenta no processo de aquisição da leitura e escrita na Educação Infantil.

METODOLOGIA

Utilizou-se como metodologia a pesquisa de natureza qualitativa, tendo como objetvo colher dados acerca dos sentimentos e opiniões dos participantes (professores).

Essa pesquisa apresenta características etnográficas, pois foi feita uma investigação em uma escola de ensino regular do município de Vila Velha, no ano de 2019, com o objetivo de enfocar valores específicos da leitura e da escrita, tendo como ferramenta a ludicidade.

Para realização do levantamento de dados foi utilizada a entrevista, onde foram aplicados 01 (um) questionário para cada um dos trinta professores colaboradores de ambos os turnos.

A pesquisa etnográfica se caracteriza por ser um trabalho analítico e interpretativo visando estudar dados recolhidos e buscando compreendê-los.

De forma geral, segundo (Ferreira, como citado em Rabelo, 2001, p.86), “a pesquisa etnográfica escolar tem como objetivo auxiliar professores a se tornarem mais conscientes do processo ensino aprendizagem o que, consequentemente, possibilitará uma aproximação entre a pesquisa e as práticas pedagógicas desses professores.

RESULTADO E DISCUSSÃO

Dos trinta professores entrevistados acerca da formação deles, os 28 (vinte e oito) são graduados em Pedagogia com Especialização em Educação Infantil e 2 (dois) possuem curso de Licenciatura Plena em outras áreas.

Gráfico 1: ESCOLARIDA DE PROFESSORES

Com a aprovação da Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em 1996, ficou estabelecido que a formação de docentes para atuar na educação básica deve ser em nível superior. Desde 1997 os professores vêm adequando sua formação para que estejam de acordo com a lei.

Ao que se refere ao entendimento dos docentes acerca da valorização do ensino da leitura e da escrita na Educação Infantil nas escolas públicas, 22 (vinte e dois) professores se posicionaram dizendo que acreditam não ser valorizado e 8 (oito) dos professores entrevistados disseram que acreditam que é valorizado.

Gráfico 2: VALORIZAÇÃO DO ENSINO DA LEITURA E ESCRITA

A criança é um ser em processo de transformação, por isso se faz necessário o desenvolvimento de atividades pedagógicas significativas que auxiliem na aprendizagem, incorporando seus conhecimentos prévios e assim ajudá-las a construir sua aprendizagem de forma significativa. O professor como mediador na aprendizagem de seus alunos, precisa valorizar tudo o que a criança já sabe. O ato de ler é de suma importância na vida da criança e em sua construção como ser social. Segundo a pesquisa, a maioria dos professores acredita que a aquisição da leitura e da escrita não é tão valorizada na EI, ou seja, acreditam não ser primordial que a criança ingresse no Ensino Fundamental conseguindo ler e escrever palavras simples. Isto acontece porque acreditam que outras linguagens e habilidades têm prioridades nessa fase da educação básica e a alfabetização seria uma consequência do desenvolvimento, mas não uma obrigação.

Dos trinta docentes, 20 (vinte) concordam que, durante as aulas, os alunos apresentam comportamentos de disciplina, como também apresentam interesse pelas mesmas, acreditando que são bem estimulados. Os outros 10 (dez) professores consideraram os alunos sem estímulo para aprender.

Gráfico 3: INDISCIPLINA E DESINTERESSE

A indisciplina e o desinteresse infantil são grandes desafios do ambiente escolar, tanto para os professores, quanto para os próprios alunos e para a família. Pesquisas mostram que o incentivo é uma das formas mais eficazes de estimular os estudantes a obter bons resultados no ensino. Portanto, um ambiente motivador e inovador, com intervenções diferentes e que incentivem os alunos, consequentemente será muito bem aproveitado por eles. A maioria dos professores que participaram da pesquisa acredita que o problema do desinteresse e indisciplina não afetam grande parte dos alunos da EI, pois o perfil do professor dessa fase da educação básica é cerceado de dinamismo e inovação, o que, por sua vez, faz com que as crianças fiquem envolvidas e concentradas durante a execução das atividades propostas.

Os trinta professores pesquisados responderam quando questionados acerca de receberem formação/capacitação para trabalharem com alfabetização na Educação Infantil. Desse total, 26 (vinte e seis) disseram que recebem ou receberam a formação específica nesse tema e apenas 4 (quatro) professores disseram não ter recebido formação objetiva sobre alfabetização.

Gráfico 4: FORMAÇÃO DO PROFESSOR

A formação dos professores alfabetizadores é um assunto discutido e pensado pelos profissionais da educação e vem ocupando um espaço significativo nas políticas educacionais. Para que o professor seja reconhecido como agente mediador do processo educacional, torna- se necessário que ele receba uma formação com embasamento teórico que possa subsidiar sua prática. A maior parte dos professores participantes da presente pesquisa afirmou ter recebido formação para trabalhar com alfabetização.

As políticas educacionais dos municípios investem cada vez mais na formação dos profissionais, o que pode ser percebido quando os professores entrevistados relatam que o curso de capacitação que fizeram foi o PNAIC e o PROFA, que são ofertados pelos municípios, em parceria com o MEC.

Do total de professores entrevistados, 12 (doze) responderam que, na maioria das vezes, encontram dificuldades para conduzir atividades lúdicas dentro de uma proposta pedagógica, considerando que as crianças, seja pela faixa etária ou por seus interesses, algumas vezes não querem trabalhar dentro do proposto, já que o objetivo da ludopedagogia é pedagógico. Enquanto 18 (dezoito) afirmaram não encontrar dificuldades para trabalhar a leitura e a escrita com as crianças da EI.

Gráfico 5: DIFICULDADES DO PROFESSOR

A leitura e a escrita são processos fundamentais para a formação do indivíduo. Através da aquisição da leitura e da escrita, o aluno constrói seu próprio conhecimento e aprende a exercer sua cidadania nos diversos contextos sociais. São muitos os desafios a serem enfrentados pelos educadores na busca de alfabetizar e letrar, estimulando a prática da leitura e da escrita.

Respeitar a vivência e os saberes que os alunos trazem consigo, as diversas cultura e realidades, valorizar suas ideias e experiências, entender que já trazem na sua bagagem saberes e conhecimentos é o ponto de partida.

Recursos e formação continuada são essenciais para que o educador possa rever, adequar e modificar suas práticas pedagógicas e oferecer oportunidades concretas aos seus alunos na aquisição da aprendizagem da leitura e da escrita.

Dos trinta entrevistados 21 (vinte e um) responderam que sim, já tiveram formação direcionada ao trabalho com ludopedagogia, ao passo que 9 (nove) responderam nunca ter participado de uma formação direcionada a este tema.

Gráfico 6: FORMAÇÃO DIRECIONADA E LUDOPEDAGOGIA

Muitos pais, gestores e até professores ainda entendem de forma negativa a mistura entre diversão e educação.

É necessário destacar que a brincadeira faz parte natureza infantil, portanto está inserida no seu desenvolvimento. A ludopedagogia não é a inserção da brincadeira pura e individualizada nas aulas, ela deve servir a objetivos claros e de acordo com as diretrizes educacionais vigentes.

Atividades lúdicas são importantes para o desenvolvimento sensório-motor e cognitivo. Inteirar-se de termos atuais no âmbito escolar é imprescindível para um bom desempenho profissional.

Cursos de capacitação e formação continuada proporcionam a busca por novas práticas para o dia a dia da instituição e são de grande auxílio para que os professores desenvolvam suas atividades de forma mais assertiva.

No caso desta questão, 20 (vinte) disseram que consideram de extrema importância o ensino da leitura e da a escrita ainda na Educação Infantil, enquanto os outros 10 (dez) profissionais disseram que não, a Educação Infantil não é para iniciar o processo de alfabetização, que deverá ter início no primeiro ano do Ensino Fundamental.

Gráfico 7: IMPORTÂNCIA DO ENSINO NA ED. INFANTIL

O processo de alfabetização inicia-se desde o primeiro contato da criança com o mundo. Suas interações com o ambiente sócio cultural proporcionam a apropriação do conhecimento acerca do que a rodeia.

A escrita está em toda parte, dessa forma quando a criança entra na escola, ela traz consigo uma série de experiências e conhecimentos sobre leitura e escrita. O contato com rótulos, embalagens, cartazes, livros e revistas é o início da descoberta do código escrito, porém sua compreensão é ainda restrita.

Cabe ao professor, como mediador desse processo, partindo dessas vivências, oportunizar situações de aprendizagem para que ela possa ampliar seu universo em torno do símbolo escrito.

A respeito do investimento da escola para possibilitar o trabalho com a Ludopedagogia, a pesquisa demonstra que há investestimento em material ludopedagógico. Isso pode ser comprovado, pois 24 (vinte e quatro) responderam que a escola possui recursos para o trabalho com ludopedagogia e 6 (seis) afirmaram que esse recurso é escasso.

Gráfico 8: RECURSOS PARA LUDO PEDAGOGIA

Brincadeiras, jogos, histórias ouvidas, músicas, dramatizações e materiais diversos favorecem a aprendizagem e a organização lógica do pensamento.

Ler com frequência para as crianças, deixando que ela escolha o que quer ouvir ou manusear, recortar e colar letras ou objetos que fazem sentido para ela são possibilidades que estão sempre a mão para o trabalho com ludopedagogia.

A musicalização também é um recurso que auxilia as crianças diversificarem suas formas de expressão, interação, socialização, coordenação motora e raciocínio. É uma prática interessante através da reciclagem de alguns materiais, extrair sons, criar ritmos e melodias ou ainda construir instrumentos musicais com os alunos.

A construção de jogos e brincadeiras também estimulam a imaginação e a criatividade, coordenação motora, trabalho em equipe, além de desenvolver habilidades e atitudes de convivência entre seus pares.

A maioria dos professores, 28 (vinte e oito), afirmaram que as atividades lúdicas facilitam a aquisição da leitura e da escrita na Educação Infantil e apenas 2 (dois) disseram que esse tipo de atividade não facilita o processo da alfabetização.

Gráfico 9: LUDOPEDAGOGIA FACILITA A AQUISIÇÃO DA LEITURA E ESCRITA

Jogos e brincadeiras são exercícios úteis e necessários para que haja uma aprendizagem com divertimento e facilitem as práticas pedagógicas na sala de aula.

Através de brincadeiras é possível desenvolver várias atividades interdisciplinares e o envolvimento emocional é motivador, tornando a aprendizagem prazerosa, estimulando as funções psico-neurológicas, o pensamento e a imaginação e, através da mediação do professor, estabelece relação do mundo imaginário com a realidade.

Do total de profissionais que foram entrevistados, 28 (vinte e oito) informaram que utilizam a ludopedagogia com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem e 2 (dois) disseram que não costumam fazer uso desse recurso.

Gráfico 10: LUDOPEDAGOGIA E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Um problema que desafia educadores é o fato de haver alunos dentro da sala de aula que encontram dificuldades na aquisição da leitura e da escrita. A escola não pode se eximir da responsabilidade que exerce na vida de seus educandos. Estabelecer uma relação de intercâmbio entre pais e professores no sentido de ofertar materiais e exercícios que estimulem a leitura e o aspecto lúdico estando presente torna as atividades atrativas e prazerosas, mas com objetivos claros e definidos. Tudo isso faz com que o aluno melhore seu desempenho, levando-o a transpor seus limites.

CONCLUSÃO

Diante do exposto, conclui-se da pesquisa realizada que os entrevistados imbuem-se do lúdico em sua práxis e que os alunos correspondem às atividades propostas.

Cada profissional percebe e compreende a leitura e a escrita como um processo de desenvolvimento da criança e foi possível verificar que o uso dos recursos ludopedagógicos são fundamentais no estímulo das crianças.

Observou-se tambem, que a Ludopedagogia facilita a mediação dos docentes, ao aproximar as crianças de algo que existe naturalmente em seu desenvolvimento, a brincadeira. Aproximar a criança da Educação Infantil da leitura é aproximá-las de algo que já conhecem. Portanto, trata-se de tornar natural o ensino e a aprendizagem de algo que lhes interessa. A aquisição da escrita e da leitura é um processo contínuo, em meio à convivência e experiências do dia a dia.

Mediante ao exposto é possivel inferir que a ludopedagogia constitui-se como recurso didático metodológico motivador no processo de conhecimento na Educação Infantil, principalmente no processo de aquisição da leitura e escrita no sentido que a relação entre professor e aluno pode ser de trocas e de constante aprendizado, ao despertar e instigar a curiosidade como auxiliares na construção do conhecimento.

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